Desenhamos sua infraestrutura antes de movê-la.
Mesmo bem documentado, todo data center tem dependências que ninguém mapeou por completo. Coletores somente leitura, nada instalado, e em questão de horas você tem o retrato real: cada servidor, serviço, porta e dependência, mapeados, além de uma decisão 7R por workload, uma arquitetura-alvo e um plano sequenciado.
SOMENTE LEITURA/ZERO INSTALAÇÃO/OS DADOS FICAM SOB SEU CONTROLE →
A maioria das migrações começa com uma planilha que já está errada.
O cron job esquecido. O serviço do qual três outros dependem em silêncio. A entrada estática no /etc/hosts que ninguém lembra. O discovery manual leva semanas, o CMDB já nasce desatualizado, e o plano é montado sobre suposições. Basta uma dependência não mapeada para o cutover falhar.
O problema não é o seu time. É o achismo, e achismo é descobrível.
Passando de 1.000% no processo da AT&T contra a Broadcom. 74% dos líderes de TI já avaliam alternativas, e todos precisam saber primeiro o que de fato rodam. (Fontes: reportagens do setor, 2024; ação AT&T v. Broadcom, 2024; enquete Gartner Peer Community.)
Reavaliando sua estratégia de VMware.
A aquisição da VMware pela Broadcom mudou de forma significativa a forma como muitas empresas consomem a plataforma. O modelo de licenciamento passou a ser baseado em subscrição, boa parte do portfólio foi consolidada no VMware Cloud Foundation, as licenças perpétuas deixaram de ser vendidas e, para muitas organizações, o custo de renovação aumentou consideravelmente, com menos flexibilidade comercial do que existia anteriormente.
Não é por acaso que diversas empresas estão reavaliando sua estratégia. O Gartner projeta que, até 2028, cerca de 30% das organizações terão migrado do seu hypervisor principal e que aproximadamente 60% irão acelerar a adoção de nuvem pública. A Forrester também aponta um movimento crescente nessa direção. O desafio é que uma migração desse porte normalmente leva entre 18 e 48 meses. Quando a avaliação inicial é feita de forma superficial, é comum acabar investindo tempo e dinheiro em caminhos que depois precisam ser refeitos.
A pergunta deixa de ser "como sair do VMware" e passa a ser "o que faz sentido para cada workload". Em alguns casos, permanecer é a melhor decisão. Em outros, faz sentido reduzir o ambiente ou migrar completamente. O importante é que cada aplicação tenha uma decisão baseada em critérios técnicos, utilizando a estratégia mais adequada entre os 7 Rs (Rehost, Replatform, Refactor, Relocate, Repurchase, Retain ou Retire), com uma justificativa clara para cada escolha.
Na prática, essa mesma abordagem vale para qualquer plataforma ou workload que ainda esteja rodando no seu data center.
Quatro passos. Sem mágica, sem caixa-preta.
Uma linha contínua da infraestrutura crua até um plano que a sua equipe consegue defender.
Scan somente leitura
Sua equipe roda um comando para iniciar uma enumeração somente leitura, com escopo definido, por coletores sem agente. Nada é instalado, nada é alterado.
Mapa de dependências
A saída em texto dos coletores vira um grafo completo: cada servidor, serviço, porta e dependência, com cada aresta rastreada até a linha exata de onde veio.
Análise 7R
Agentes de IA atribuem a cada workload um score de complexidade e dependência e uma disposição 7R (rehost, replatform, refactor, repurchase, relocate, retain ou retire), com o raciocínio junto, não um palpite.
Arquitetura-alvo + plano sequenciado
Um design-alvo (VPC, subnets, serviços gerenciados) e a migração em ondas ordenadas, mais um briefing para o CTO que a sua liderança consegue defender no board.
Cada etapa é conduzida por agentes de IA especializados, com revisão humana nos pontos de decisão. O discovery é o primeiro passo. A mesma base sustenta a migração e a modernização que vêm depois.
Quatro artefatos. Cada afirmação vem com a evidência.
Estado atual
Cada servidor, serviço, porta e dependência a partir de um scan somente leitura, cada um rastreado até a linha de onde veio.
7R por workload
Uma disposição para cada workload, com o raciocínio e um score de confiança, defensável em revisão.
Arquitetura-alvo
VPC, subnets e serviços gerenciados na sua nuvem-alvo, prontos para TI e segurança aprovarem.
Ondas sequenciadas + briefing
A ordem, as dependências, os riscos e um briefing para o CTO em um único link.
| Workload | Disposição | Confiança |
|---|---|---|
| web-01 | Rehost | 92% |
| cache-01 | Replatform | 80% |
| billing-db | Refactor | 64% |
| legacy-erp | Retire | 71% |
+ por que billing-db é Refactor, não Rehost
Acoplamento por IP fixo a dois serviços upstream e um volume com estado no host tornam o lift-and-shift frágil. Refactor para Postgres gerenciado com connection strings resolvidas no cutover. Cada afirmação aponta para a linha escaneada.
Um comando para começar. Nada deixado para trás.
Discovery nunca é uma linha mágica, mas começa com uma. Uma enumeração somente leitura, com escopo definido, por coletores sem agente. Sem daemon, sem agente, nada para corrigir, desinstalar ou justificar à segurança depois.
O entregável é um mapa do seu ambiente. Veja exatamente como ele é tratado.
Um relatório de discovery é um artefato sensível, então tratamos como tal. Este é o caminho inteiro, não um selo.
Coletores sem agente enumeram hosts, portas e dependências. Sem escritas, sem mudanças de config, escopo de menor privilégio.
Os coletores geram arquivos de texto puro. Sua equipe os lê e decide o que compartilhar.
Apenas o inventário que você aprova (hostnames, portas, o grafo de dependências) é analisado. Criptografado em trânsito e em repouso.
Retido apenas enquanto durar o assessment, sob controle de acesso, na região que você escolher.
Excluído a pedido e ao fim do projeto. Termos fixados no DPA.
Resultados comprovados em ambientes de grande porte.
Em programas de modernização e migração que lideramos em ambientes Tier-1, reduzimos o tempo de ciclo em até 30% e os custos em aproximadamente 25%. Em um dos casos, uma análise de causa raiz que normalmente levava até 8 horas passou a ser concluída em cerca de 7 segundos com o uso de agentes de IA. Os agentes aceleram a execução; a decisão continua sendo das pessoas.
Score de exemplo. 7 de 34 itens sinalizados para validação antes da Onda 1.
Um braço técnico de execução com a sua marca.
Você é dono do cliente e da relação. A Praesto produz o discovery e o assessment nos bastidores: o mapa, a estratégia 7R, a arquitetura-alvo e o briefing, em white-label ou co-branded, entregues em horas. Substituímos o achismo, não o seu time.
Seja um parceiro de entregaA saída é mapeada para os frameworks nos quais os seus revisores já confiam. A nuvem-alvo é decisão sua, a abordagem é agnóstica de nuvem.
O que o seu comitê vai perguntar.
Vocês instalam algo nos nossos servidores?
Não. Coletores sem agente e somente leitura. Não há agente nem daemon, e nada para corrigir ou desinstalar depois. Você roda um comando para iniciar uma enumeração com escopo definido, revisa a saída em texto e decide o que é compartilhado.
Para onde vai o mapa resultante, e por quanto tempo vocês o guardam?
Apenas o inventário que você aprova é analisado: hostnames, portas e o grafo de dependências. Nunca seus dados, secrets ou credenciais. É criptografado, guardado só pela duração do projeto na região que você escolher, e excluído a pedido. O caminho completo está na seção Para onde seus dados vão, e os termos são fixados no DPA (incluindo processamento onshore para o Brasil / LGPD).
É IA. Como sei que não está inventando?
Cada achado é rastreado linha a linha até os seus arquivos de origem, então você confere qualquer afirmação contra o dado bruto. A confiança é exibida com o raciocínio, e o que não foi possível determinar é listado explicitamente em vez de chutado. Decisões de alto impacto são revisadas por um engenheiro antes de saírem.
Ficamos presos a uma única nuvem?
Não. A saída 7R é neutra em relação ao provedor e mapeada para o AWS CAF e o Migration Readiness Assessment, para ser familiar aos seus revisores. A nuvem-alvo é a sua decisão.
Qual a diferença para um assessment de consultoria?
O mesmo entregável auditável que uma boa SI produziria, a partir de evidência em vez de entrevistas, em horas em vez de semanas. Atacamos o achismo, não os consultores. Na verdade, potencializamos alguns deles (veja Parceiros).
Isto não é para você se…
…você quer um lift-and-shift sem análise, ou um carimbo para uma decisão já tomada. A Praesto existe para achar o que uma planilha deixa passar. Se você não quer que essas coisas apareçam, somos a ferramenta errada.
Veja o que realmente está rodando antes de migrar.
Um scan somente leitura. Um estado atual em que você confia, uma decisão 7R por workload, uma arquitetura-alvo e um plano sequenciado, em questão de horas, com a evidência anexada.
SOMENTE LEITURA/SEM INSTALAÇÃO